A Polícia Civil do Rio de Janeiro entrou no segundo dia de buscas pelo rapper Oruam, cujo nome civil é Mauro Davi dos Santos Nepomuceno. A operação ocorre em diversos endereços da Região Metropolitana, incluindo Zona Oeste e Baixada Fluminense, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva.

A defesa do artista informou, por meio de reportagens televisivas, que Oruam não tem intenção de se entregar, alegando que sua equipe jurídica avalia os termos da ordem judicial.
O mandado de prisão contra Oruam é resultado de uma investigação conduzida pela Polícia Civil sobre crimes não especificados. As equipes policiais estão em campo desde o início das buscas, visando localizar e efetuar a prisão.
A recusa à entrega, segundo a defesa, baseia-se na intenção de contestar a legalidade ou a fundamentação da ordem, cujos detalhes específicos não foram divulgados publicamente.
Detalhes da ação policial
As buscas pelo rapper Oruam mobilizam diferentes delegacias da Polícia do Rio. A estratégia envolve a verificação de possíveis esconderijos, residências de familiares e locais que o artista costuma frequentar.
A operação abrange pontos estratégicos para cobrir um amplo espectro territorial. Fontes ligadas à investigação indicam que a decisão judicial pela prisão preventiva foi proferida após a coleta de elementos considerados suficientes, tornando Oruam procurado pela justiça brasileira.
A Polícia Civil mantém sigilo sobre as informações operacionais para não comprometer o êxito das diligências.
Posicionamento da defesa e desdobramentos legais
Os advogados de Oruam têm reiterado publicamente o contato com as autoridades e a busca por esclarecimentos sobre o mandado. A equipe jurídica do rapper avalia estratégias legais para contestar a ordem.
A postura de não entrega visa ganhar tempo para análise do processo e preparação de recursos ou habeas corpus, conforme praxe em casos com mandados de prisão. Novas informações são aguardadas à medida que a operação avance ou que a equipe legal do artista apresente manifestações formais à Justiça brasileira.










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